terça-feira, 21 de junho de 2011

DROGAS - O PACTO COM O DEMÔNIO

27/10/2009

às 4:13

DROGAS - O PACTO COM O DEMÔNIO

Por Reinaldo Azevedo


Para ver o vídeo no YOUTUBE - Ministro do Meio Ambiente Carlos Minc, fazendo apologia das drogas, clique neste link:

http://www.youtube.com/watch?v=HLWUk4H2BWI



As drogas estão se tornando um flagelo no país. Sob o olhar cúmplice das autoridades brasileiras. Mais do que isso: há uma cultura de tolerância com o consumo — e, por conseqüência, com o tráfico. Quem cheira mata! No Ministério da Justiça, há um estudo, que deve se converter num projeto de lei assinado por um deputado do PT, que tira da cadeia o chamado “pequeno traficante”. Um ministro de Estado, Carlos Minc, não só participou de uma tal “Marcha da Maconha” como subiu num palco e discursou em defesa da descriminação das drogas num ambiente visivelmente relaxado, descontraído… O vídeo está publicado acima. Um ministro de estado é a representação do presidente da República. Minc continuou ministro.


No Rio, fica evidente que o narcotráfico domina vastos territórios, onde a polícia não entra a não ser em operações que lembram ações de guerra. O Complexo do Alemão — que chamo “Complexo da Ideologia Alemã — não recebe a visita da Polícia há 13 meses para não atrasar as obras do PAC… O narcotráfico, como deixarei claro aqui nos próximos dias, desenvolveu até uma estética, que se confunde com uma ética, que chegou à industria do entretenimento: o funk. “O que o funk tem com isso, Reinaldo?” Ok. Tentar combater o mal exaltando os seus valores e sua visão de mundo é perda de tempo. Muitas ONGs, todo mundo sabe, mas ninguém diz, se tornaram fachadas legais do poder paralelo do tráfico. Estamos começando a colher os efeitos da incúria, da irresponsabilidade, do erro de análise e da ideologização do crime.


A droga é, sem dúvida, um flagelo. A maioria dos brasileiros acompanhou a história terrível de Bárbara, uma jovem de 18 anos, assassinada pelo namorado, Bruno Prôa, de 26, que havia acabado de consumir crack. Foi o próprio pai do rapaz, Luiz Fernando, quem chamou a polícia. Numa carta ao jornal O Globo e, ontem, no Jornal Nacional, ele reclamou da impossibilidade de se internar, contra a vontade, um viciado em drogas. A lei que força a internação existe, mas todos sabem que não é aplicada.


O Jornal Nacional resolveu debater o assunto com dois especialistas: o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, considerado uma das maiores autoridades sobre o assunto no país, e Pedro Gabriel Delgado, coordenador da área de Saúde Mental do Ministério da Saúde. Basta assistir à entrevista de ambos para se constatar que Laranjeira tem razão: “Essa lei não é seguida aqui no Brasil. O sistema público de saúde não tolera esse tipo de atitude. Então acaba desassistindo uma parte da população. O crack é uma doença grave, em que é preciso uma série de recursos, inclusive a internação involuntária, em que as pessoas que não têm recursos no Brasil estão sendo privadas de receber o tratamento necessário para essa doença tão incapacitante.


O representante do Ministério da Saúde tentou contestá-lo sem sucesso e só evidenciou que é mesmo impossível internar, contra a vontade, um drogado que esteja fora do controle. Sem ter saída, o valente se aproveitou do fato de Laranjeira ser de São Paulo e fez o quê? Ora, política!!! Atacou o sistema de saúde paulista, como se isso estivesse em debate. É com gente assim que o Brasil está lidando. Isso explica por que chegamos aqui. As reportagens do Jornal Nacional estão aqui e aqui.


O país brinca com fogo. Seja num drama quase privado, uma tragédia que colhe de modo avassalador duas famílias — mas que representam milhares —, seja no episódio do abate do helicóptero e das mais de 40 mortes do Rio, estamos constatando a falência do… Não! Estamos constatando a inexistência de políticas oficiais que cuidem do assunto, que abrange, como se nota, várias áreas: da segurança pública à saúde mental. E as falácias vão se acumulando.


Imaginar que se possa combater o grande tráfico de drogas sem combater o consumo e os pequenos traficantes é dessas bobagens que vão se tornando influentes apenas porque ganham uma roupagem de “progressismo”. A tese prospera não porque comprovadamente eficiente, mas porque parece apelar a um senso de Justiça superior, que as pessoas comuns não alcançariam. Imaginar que se pode descriminar a maconha, por exemplo, mas manter na ilegalidade as demais drogas, é outra dessas vigarices influentes que adquirem ares de fina sapiência. Considerar que a política de redução danos — que levaria a um consumo mais “responsável” das drogas, com um manual de instrução — substitui a política de repressão é outra dessas vigarices que tentam ser convincentes. Lembro-me do embate aqui com um grupo que dizia defender tal procedimento no consumo de ecstasy. Raramente li tanta bobagem. Naqueles dias, o professor Laranjeira foi um dos que se colocaram ao lado deste blogueiro na censura a certas considerações que eram nada menos do que apologia das drogas — sob o pretexto de combatê-las.


Estudos demonstram, por exemplo, que boa parte dos moradores de rua de São Paulo — e isso deve ser verdade em todas as grandes cidades — são doentes mentais. Em alguns casos, a doença é efeito da droga; em outro, os males se conjugaram. Não há local para recolher e tratar essas pessoas ainda que a Prefeitura se dispusesse a tirá-las das ruas. Ao contrário: aqui em São Paulo, certa Escatologia da Libertação, cobrindo o rabo do capeta com a batina, advoga justamente o contrário: o “direito” que essas pessoas teriam de morar nas ruas. ONGs chegam ao requinte de distribuir cachimbos para o consumo de crack e um kit com seringa, água esterilizada e outros apetrechos para o uso de drogas injetáveis. Só falta fornecer mesmo a droga. A suposição, sempre, é a de que, já que o consumo é inevitável, que seja feito de maneira segura. Iniciativas como essas costumam contar com ajuda oficial.


Entenderam a perversidade da coisa? Já que o Estado brasileiro não pode estatizar a segurança e o combate às drogas, então ele, na pratica, estatiza o drogado, a doença. Não deriva o Bem do Mal. Não há hipótese. Cedo ou tarde, o que se supõe um Bem, derivado do Mal, vai cobrar o seu preço. Estamos começando a pagá-lo agora. Os anos todos de tolerância com a cultura da droga já corroeram também as instituições.


A tolerância com o estado paralelo da droga e os flertes com a sua “cultura alternativa” não poderiam dar em outra coisa. Diante do crime, há duas alternativas: combatê-lo ou fazer com ele o pacto que o demônio costuma fazer com seus eternos subordinados. O Brasil tem escolhido reiteradamente o rabudo.


Mas Dilma disse que outros bairros ainda ficarão com inveja do Complexo do Alemão, lá onde a polícia não entra e onde o presidente, FB, nem precisa de eleição.


PS: Publiquei, à época, o tal vídeo com Carlos Minc. Mas acho que ele merece circular de novo como evidência da miséria intelectual, ética e moral que tomou conta do Brasil também nessa área. Quem não entender o que isso tem a ver com o helicóptero abatido e com a tragédia da jovem Bárbara não tem o que fazer neste blog. E peço moderação nos comentários, por razões óbvias.


Fonte: Revista Veja (digital) – Blog do Reinaldo Azevedo – Clique aqui para conferir esta matéria


sábado, 18 de junho de 2011

Dominando pelos “ensinamentos” obtidos em “Os Protocolos dos Sábios de Sião”

Por Luiz Carlos Nogueira

nogueirablog@gmail.com









Para quem ainda não conhece “Os Protocolos dos Sábios de Sião” (veja na Wikipédia – Enciclopédia Livre, clicando aqui), que segundo se sabe, essa obra de ficção, teria sido encomendada e editada para incitar o ódio dos nazistas contra os judeus, no tempo de Hitler, transcrevo alguns trechos que o leitor poderá identificar algumas práticas que os políticos podem ter colhido e aprendido nesses documentos (hoje em forma de livro), e cujos “ensinamentos” podem estar sendo aplicados em algum lugar do mundo. Portanto, prestem atenção e tirem suas próprias conclusões.



“Todas as engrenagens do mecanismo governamental dependem dum motor que está em nossas mãos: esse motor é o ouro. A ciência da economia política, inventada por nossos sábios, mostra-nos desde muito tempo o prestígio real do ouro.



O capital, para ter liberdade de ação, deve obter o monopólio da indústria e do comércio; é o que já vai realizando a nossa mão invisível em todas as partes do mundo. Essa liberdade dará força política aos industriais e o povo lhe será submetido. Importa mais, em nossos dias, desarmar os povos do que levá-los à guerra; importa mais servir as paixões incandescidas para nosso proveito do que acalmá-las; importa mais apoderar-se das idéias de outrem e comentá-las do que bani-las.



O problema capital do nosso governo é enfraquecer o espírito público pela crítica; fazer-lhe perder o hábito de pensar, porque a reflexão cria a oposição; distrair as forças do espírito, em vãs escaramuças de eloquência.



Em todos os tempos, os povos, mesmo os mais simples indivíduos, tomaram as palavras como realidades, porque se satisfazem com a aparência das coisas e raramente se dão ao trabalho de observar se as promessas relativas à vida social foram cumpridas. Por isso, nossas instituições terão uma bela fachada, que demonstrará eloquentemente seus benefícios no que concerne ao progresso.



Nós nos apropriaremos da fisionomia de todos os partidos, de todas as tendências e ensinaremos nossos oradores a falarem tanto que toda a gente se cansará de ouví-los.



Para tomar conta da opinião pública, é preciso torná-la perplexa, exprimindo de diversos lados e tanto tempo tantas opiniões contraditórias que os cristãos acabarão perdidos no seu labirinto e convencidos de que, em política, o melhor é não ter opinião. São questões que a sociedade não deve conhecer. Só deve conhecê-las quem a dirige. Eis o primeiro segredo.(2)



O segundo necessário para governar com êxito consiste em multiplicar de tal modo os defeitos do povo, os hábitos, as paixões, as regras de viver em comum que ninguém possa deslindar esse caos e que os homens acabem por não se entenderem mais aos outros. Essa tática terá ainda como efeito lançar a discórdia em todos os partidos, desunindo todas as forças coletivas que ainda não queiram submeter-se a nós; ela desanimará qualquer iniciativa, mesmo genial, e será mais poderosa do que os mi-lhões de homens nos quais semeamos divergências.


Precisamos dirigir a educação das sociedades cristãs de modo tal que suas mãos se abatam numa impotência desesperada diante de cada questão que exija iniciativa.



O esforço que se exerce sob o regime da liberdade ilimitada é impotente, porque vai de encontro aos esforços livres de outros. Daí nascem dolorosos conflitos morais, decepções e insucessos. Fatigaremos tanto os cristãos com essa liberdade que os obrigaremos a nos oferecerem um poder internacional, cuja disposição será tal que poderá, sem as quebrar, englobar as forças de todos os Estados do mundo e formar o Governo Supremo.



Em lugar dos governos atuais, poremos um espantalho que se denominará Administração do Governo Supremo. Suas mãos se estenderão para todos os lados como pinças e sua organização será tão colossal que todos os povos terão de se lhe submeter.”


Nota: (2) “Essa obra de despistamento é realizada sobretudo pela imprensa. Basta reparar como certos jornais em consórcio ou associados manobram ou manipulam a opinião pública em sentidos diversos, quando sua direção geral é única.”



“DEFINIREMOS da seguinte maneira a palavra "liberdade", que pode ser interpretada de vários modos:



A liberdade é o direito de fazer o que a lei permite. Tal interpretação da palavra liberdade nos tempos que vão vir fará com que toda liberdade esteja nas nossas mãos, porque as leis destruirão ou criarão o que nos for agradável, segundo o programa que já expusemos.

Com a imprensa, agiremos do seguinte modo. Que papel desempenha agora a imprensa? Serve para acender as paixões ou conservar o egoísmo dos partidos. Ela é vã, injusta e mentirosa e a maioria das pessoas não compreende absolutamente para que serve. Nós lhe poremos sela e fortes rédeas, fazendo o mesmo com todas as obras impressas, porque de que serviria nos desembaraçarmos da imprensa, se servíssemos de alvo à brochura e ao livro? Transformaremos a publicidade, que hoje nos custa caro, porque nos permite censurar os jornais, em uma fonte de renda para nosso Estado. Criaremos um imposto especial sobre a imprensa. Exigiremos uma caução, quando se fundarem os jornais ou oficinas de impressão.


Assim, nosso governo ficará garantido contra qualquer ataque da imprensa. Oportunamente, aplicaremos multas sem piedade. Selos, cauções e multas darão enorme renda ao Estado.”



Quem quer que deseje ser editor, bibliotecário ou impressor, será obrigado a obter um diploma, o qual, no caso de seu possuidor se tornar culpado dum malefício qualquer, será imediatamente confiscado. Com tais medidas, o instrumento do pensamento se tornará um meio de educação nas mãos de nosso governo, o qual não permitirá mais as massas populares divagarem sobre os benefícios do progresso .


Quem é que, entre nós, não sabe que esses benefícios ilusórios levam diretamente a sonhos absurdos? Desses sonhos se originaram as relações anárquicas dos homens entre si e com o poder, porque o progresso, ou melhor, a idéia do progresso foi que deu a idéia de todas as emancipações, sem fixar os seus limites...(6). Todos aqueles que chamamos liberais são anarquistas, senão de fato, pelo menos de pensamento. Cada qual deles busca as ilusões da liberdade e cai na anarquia, protestando pelo simples prazer de protestar...



Voltemos à imprensa. Nós a gravaremos, como tudo quanto se imprima, com impostos em selo a tanto por folha ou página, e com garantias; os volumes de menos de 30 páginas serão tributados com o dobro. Registrá-los-emos na categoria das brochuras, primeiro para reduzir o número de revistas, que são o pior dos venenos, segundo porque essa medida obrigará os escritores a produzirem obras muito longas, que serão pouco lidas, sobretudo por causa de seu custo. Pelo contrário, o que nós editarmos para muitos espíritos, na tendência que tivermos estabelecido, será barato e lido por toda a gente. O imposto matará o vão desejo de escrever e o temor da punição porão os literatos na nossa dependência.”



Se houver quem deseje escrever contra nós, não haverá ninguém que imprima. Antes de aceitar uma obra para imprimir, o editor ou impressor consultará as autoridades a fim de obter a necessária autorização. Deste modo, conheceremos de antemão as emboscadas que nos armem e as destruiremos, dando explicações com antecedência sobre o assunto tratado.”

sábado, 11 de junho de 2011

O PSDB DO FHC NÃO DEVE SER O MESMO PSDB QUE O LEITOR PENSA QUE É – O DO FHC SÓ PODE SER O PARTIDO DA SOCIALIZAÇÃO DA DROGA NO BRASIL.



Por Luiz Carlos Nogueira

nogueirablog@gmail.com



“É estarrecedor observar que crianças que deveriam estar brincando ou folheando livros nas escolas trafiquem drogas, empunhem armas e apertem gatilhos sem qualquer vestígio de piedade” (Ana Beatriz Barbosa Silva – médica pós-graduada em psiquiatria)



A minha indignação é tanta que eu tinha vontade de começar este artigo xingando. Mas respirei, exalei, contei 1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 — pronto, passou! Agora dá para começar.


Como eu disse no título acima: O PSDB do FHC não deve ser o mesmo PSDB que o leitor pensa que é – o do FHC só pode ser o Partido da Socialização da Droga no Brasil.


Taí esse FHC será um bom marqueteiro do próximo candidato à presidência da república. Da república sim, mas não do Brasil, da república dos “noiados”. Com certeza o candidato que posar na foto ao lado do FHC conquistará votos não só dos “noiados” como dos “noiadores” (o neologismo é por minha conta, já estão querendo o vale-tudo na nossa língua portuguesa). Posso estar exagerando, porque não tenho tanta certeza de que “noiados” tenham vontade própria.


“Tá bão”! (como é comum ouvirmos) Não vamos chegar a tanto. Os “noiados” usam drogas mais pesadas — a maconha (dizem os usuários) não faz nada mais do que deixar o “cara” pisando como se estivesse nas nuvens. Eu acredito, pois ela só destrói os neurônios, pelos menos é o que dizem os médicos e pesquisadores que merecem credibilidade.


A cannabis sativa, ou seja, a maconha, faz o “cara” esquecer: a vida desgraçada que leva, pela falta de políticas públicas, pelo descaramento da maioria dos políticos descompromissados com a nação, pelas ações desses ladrões impunes que reincidem nas suas delinquências por conta dessa impunidade (o político sério neste País é igual Daniel na cova das antas, quero dizer, dos leões), etc.etc. — é isso?


A cannabis sativa, diz o fulano já fanhoso de tanta porcaria que usa: ã baconha é uba blanta bvunitinha, nã bvaz bal.


Sim, a maconha é uma planta bonitinha, não faz mal. Só que eu conheço alguns infelizes que a maconha só fez desencadear a esquizofrenia neles.


Outros que começaram fumando essa coisa maldita, para sustentarem seus vícios, começaram a praticar pequenos furtos que foram se intensificando. Daí passaram a fazer pequenos tráficos. Depois partiram para as drogas mais pesadas, até praticarem crimes maiores e serem presos. Mas antes disso, transformaram seus lares num inferno dantesco (as mães desesperadas, as famílias destruídas e os jovens condenados à marginalidade).


Mas o senhor Fernando Henrique Cardoso não sabe disso, apesar de já ter bastante idade para enxergar esse terreno perigoso no qual está pisando. Que coisa feia senhor ex-presidente! Não queira trazer as idiotias de outros países para o Brasil, porque aqui ainda tem pessoas morrendo nas filas dos hospitais que atendem pelo SUS (Seu Último Suspiro).


Não queira imitar as políticas adotadas pelos países do primeiro mundo, principalmente com relação às drogas. A liberação das drogas não deu certo nesses países. Não reduziu a criminalidade, mas fez aumentar o consumo e o incremento das drogas mais pesadas. A Holanda é um exemplo disso — o “narcoturismo” gerou enormes problemas para a sociedade, porque as cidades que fazem fronteira com outros países da Europa eram invadidas nos finais de semana pelos “fumeiros” que provocavam tumultos, o que é próprio desse tipo de gente. Todo mundo sabe disso, está nos grandes jornais do mundo. Mas o Sr. FHC insiste nessa pregação horrorosa. Esse ex-presidente que devia dar exemplo se tornou arauto dessa coisa abominável.


Tenho uma curiosidade: o Sr. Fernando Henrique Cardoso está a serviço de quem?. Talvez esteja a serviço do capeta (diabo, cramulhão, tinhoso, fedorento, etc.). Se estiver que vá fazer a sua pregação no inferno, colocando os filhos do diabo no colo, porque já não tem mais neto criancinha e o diabo fabrica vários filhos todos os dias. Doutrine os filhos do diabo e não os brasileiros.


Estamos caminhando para onde? Com o desarmamento da população; com o processo da imbecilização midiática (que enaltece as banalidades e as baixarias); com incitamento ao uso das drogas (fazer apologia à descriminalização é o mesmo que incitar ou abonar, ainda que indiretamente); com defesa da aceitação do uso deturpado da nossa língua; com os direitos humanos que não tem deveres; com o politicamente correto sem a contrapartida do politicamente incorreto; com as facções políticas que estimulam a invasão de propriedades, inclusive as produtivas, além de depredá-las; com as tentativas de empurrar “goela abaixo” os antivalores e os assuntos antiéticos, nivelando tudo por baixo, e por aí afora.


Isso é uma preparação para uma tomada de poder pela dominação fácil, sem possibilidade de resistência? A história do mundo está recheada dessas práticas.


Senhor ex-presidente, faça uma campanha para que seja dado combate eficiente e sistêmico aos traficantes de drogas. Só que para isso exige-se coragem, vontade política, e não há lugar para a pusilanimidade. Não é a mesma coisa que prejudicar os indefesos aposentados (a quem o Sr. chamou de vagabundos) e pensionistas do INSS.


Senhor FHC, se continuar assim, quando o senhor for para o lado de algum candidato ele sairá correndo desabaladamente, para não sair junto na foto. Eita PSDB desse jeito vai mal! ACORDA PSDB! ACORDA BRASIL!


Ah! Já ia me esquecendo de avisar que em 2014 teremos os jogos da copa do mundo. Até lá, se a sua campanha para a liberação da maconha (que aliás é um caminho para o uso das drogas mais pesadas), andar bem — vai esculhambar tudo.


Assuntos relacionados:


(1) Agência Câmara de Notícias - Fernando Henrique virá à Câmara debater regulamentação da maconha – Clique aqui para ver a matéria.


(2) Correio do Brasil - FHC é chamado de farsante por apoio à descriminalização da maconha – Clique aqui para ver a matéria.


(3) Veja também o vídeo da Audiência Pública realizada em Brasília-DF, no dia 16-05-2009, com Deputado Federal Paes de Lira e o Ministro Carlos Minc., tratando do assunto: liberação das drogas.